O que é o GAC (Gerenciamento de Áreas Contaminadas)?

O GAC (Gerenciamento de Áreas Contaminadas) é um conjunto de ações que visam reduzir, para níveis aceitáveis, os riscos a que estão sujeitos a população e o meio ambiente em decorrência de exposição às substâncias provenientes de áreas contaminadas, por meio de um conjunto de medidas que assegurem o conhecimento das características dessas áreas e dos riscos e danos decorrentes da contaminação.

Provavelmente essa sigla seja uma das mais relevantes e que você terá mais contato na área ambiental!

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas (GAC) faz parte de planos de PREVENÇÃO e de RECUPERAÇÃO, consta na DD-38 e proporciona os instrumentos necessários à tomada de decisão quanto às formas de intervenção mais adequadas.

Por isso sua tamanha importância e porquê você precisa entender o seu significado.

O GAC também pode ser considerado um método que se baseia em ETAPAS sequenciais, onde a informação obtida em cada etapa é a base para a execução da etapa posterior.

Essa metodologia de gerenciamento de áreas contaminadas é composta de dois processos: o Processo de Identificação de Áreas Contaminadas e o Processo de Reabilitação de Áreas Contaminadas.

Ele faz parte da Gestão Ambiental do seu negócio. Lembre-se disso e torne essa gestão uma ferramenta para novas oportunidades!

E, nessa jornada, conte com a gente como seu Responsável Técnico Habilitado.

O que é Área Contaminada?

Afinal, o que define uma Área Contaminada?

O que é Área Contaminada?

Por definição, ÁREA CONTAMINADA é área, terreno, local, instalação, edificação ou benfeitoria que contenha quantidades ou concentrações de substâncias ou resíduos que podem causar danos à saúde humana, ao meio ambiente ou a outro bem a proteger, provenientes da deposição, acumulação, armazenamento ou infiltração ocorrida de forma planejada, acidental ou até mesmo natural.

Contudo, a resposta pode parecer mais simples ainda: basta observar a degradação de uma área para ‘comprovar’ que está contaminada; sem área verde, “sem vida”.

Os contaminantes de uma área podem ser propagados por ar, solo e/ou água. Sendo assim, quando a contaminação é perceptível visualmente, ou até pelos odores do local, é sinal de que o NÍVEL está muito alto e não foram tomadas as providências de prevenção e monitoramento cabíveis.

Mas uma área também pode estar CONTAMINADA sem aparentar. Por isso é importante sempre haver uma AVALIAÇÃO PRELIMINAR.

Isso é lei para alguns tipos de negócios, considerados ‘Ramos de atividades potencialmente poluidoras’.

Então, siga a lei, evite MULTAS e faça sua parte preservando a natureza!

Selo Verde - Weber Ambiental

Selo Verde: entenda o que é e qual é a sua importância

Selo Verde - Weber Ambiental

 

Com o tema ESG (Environmental, Social and Governance, em inglês) em alta e maior conscientização socioambiental da população em geral, muitas empresas adotam práticas melhores para obterem o SELO VERDE.

O Selo Verde é um tipo de certificação voluntária que destaca a responsabilidade ambiental das empresas em executar suas atividades com o menor impacto ambiental possível. É também um compromisso socioambiental de agir responsavelmente, ecologicamente e de forma sustentável, preservando o meio ambiente.

As empresas buscam esse selo de olho no engajamento com o consumidor, maior credibilidade, melhora da imagem da marca e da margem em seus produtos, além do aumento de vendas.

A busca pela “certificação verde” abrange os mais diferentes setores e tipos de negócios. Podemos encontrar esses selos em produtos e até em construções sustentáveis, conhecidas como GREEN BUILDINGS.

Ser ecologicamente correto e produzir de maneira sustentável é um bom negócio! Para as marcas e para o meio ambiente também.

Biometano - O que é?

O que é Biometano?

Biometano - O que é?

 

Você já deve saber que Biogás é o gás produzido a partir da decomposição da matéria orgânica (resíduos orgânicos) por bactérias. Mas sabe o que é o Biometano?

O Biometano é um biocombustível gasoso, com grande quantidade de metano em sua composição, obtido a partir do processamento e purificação do biogás, em ambiente controlado.

Esse biocombustível verde é capaz de abastecer qualquer veículo que necessite de combustão para se locomover, com a diferença de ser um combustível sustentável, pois evita a poluição pelo dióxido de carbono, minimizando os efeitos dos gases de efeito estufa.

Regulamentado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), através das Resoluções ANP nº 685/2017 e n° 8/2015, o biometano pode ser comercializado para uso como gás natural veicular (GNV), sendo que o GNV comercializado atualmente ainda é de matriz fóssil.

No cenário atual, onde as emergências climáticas não podem mais esperar, o Biometano vai se consolidando como uma solução viável e sustentável para toda a cadeia!

Para ilustrar e demonstrar o que foi falado acima, desenvolvemos um vídeo para você.

Aperte o play e saiba mais sobre todo o processo:

 

Consulte também: https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/producao-e-fornecimento-de-biocombustiveis/biometano

O que é Descomissionamento Ambiental?

O que é Descomissionamento Ambiental?

O que é Descomissionamento Ambiental?

 

Descomissionamento Ambiental é o processo em si de desativação total ou parcial de indústrias ou empresas potencialmente poluidoras (conforme lista do CNAE), com a remoção ou substituição das estruturas de determinada área, inclusive de linhas de produção.

Não é raro ver negócios mudando de local e, nesses últimos anos, até encerrando suas atividades. Para empreendimentos potencialmente poluidores é preciso se atentar à Legislação Ambiental nesses casos também.

A mudança de local ou o encerramento de atividades podem ocorrer pelos mais variados motivos, mas assim como é necessário o licenciamento ambiental para início das atividades, também é preciso uma licença ambiental nessas situações.

E, nesse processo, deve haver um ‘Plano de Descomissionamento Ambiental’, também chamado de desmobilização, onde constará o planejamento das ações de acompanhamento ambiental das obras de desativação, o levantamento de passivos ambientais gerados durante as atividades no local (possíveis contaminações), além de um plano de aproveitamento dos equipamentos e estruturas desativadas e do gerenciamento dos resíduos sólidos gerados nessa fase.

A partir do plano, deve-se fazer a ‘Avaliação do Imóvel’ e a ‘Avaliação do Ciclo de Vida’.

São exemplos bem comuns, que precisam do descomissionamento ambiental, a desativação ou mudança de local de postos de combustíveis e de indústrias em locais onde a área se tornou residencial.

Para tudo isso é fundamental contratar um Responsável Técnico Habilitado, que irá auxiliar e agir em conjunto em todas as etapas do processo.

O objetivo do plano é que todos os processos sejam executados de forma segura, sem riscos ao ser humano e ao meio ambiente, e que seja concluído em conformidade com as questões sociais, ambientais e legais.

Tem dúvidas? Precisa de um Responsável Técnico Habilitado?
Fale com a gente!

Acreditação

O que é Acreditação?

Acreditação

 

Ao procurar por um produto ou serviço, provavelmente você pesquisa ou pede opiniões sobre ele. Esse processo de buscar por mais informações é muito comum, principalmente com a facilidade atual de acesso à internet. E o que a Acreditação tem a ver com isso?

A Acreditação é uma ferramenta INTERNACIONAL usada para padronizar e transmitir CONFIANÇA e segurança às empresas envolvidas em atividades de avaliação de conformidade, que é o caso da nossa empresa de consultoria ambiental.

Uma empresa acreditada demonstra alinhamento com as leis e normas técnicas, estando apta a realizar as devidas atividades assertivamente e com alto padrão de qualidade, características requeridas em certificações como essas.

Assim, torna-se mais fácil confiar no prestador de serviços e nem precisa ficar pesquisando muito tempo na internet.

Ficou curioso? Veja a lista das nossas certificações em: https://weberambiental.com.br/certificacoes.php

Configuração do Risco - Avaliação Preliminar - Weber Ambiental

Configuração do Risco: entenda a sua importância, quando é aplicada e quais são os agentes envolvidos

Configuração do Risco - Avaliação Preliminar - Weber Ambiental

Parte de qualquer processo de licenciamento ambiental, a Avaliação da Configuração do Risco é necessária à tomada de decisão quanto às formas de intervenção mais adequadas.

Já no início da Avaliação Ambiental, na etapa Preliminar, são levantados dados históricos e coletadas informações sobre a área e seu entorno para futura classificação.

Por isso é fundamental entender cada um dos agentes que fazem parte da Configuração de Risco (figura acima) e os seus devidos significados.

CONTAMINANTE
Substância em concentração que pode vir a causar algum malefício à saúde ou ao meio ambiente.

VIA DE EXPOSIÇÃO
– Ingestão;
– Inalação;
– Contato Dérmico.

RECEPTORES
Quem, ou o que, pode sofrer contaminação

Perceba que tudo está interligado!

Para saber mais, acesse também: https://weberambiental.com.br/servicos/name/avaliacao-ambiental

Weber Ambiental

Como consultar os ramos de atividades potencialmente poluidoras?

Weber Ambiental

 

Você sabia que dependendo do ramo de atividade da empresa, as análises ambientais preventivas e periódicas são obrigatórias?

Através da lista das atividades das empresas, conhecida como CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), é possível saber quais ramos se encaixam na Resolução SMA 10/2017 e precisam de programas de MONITORAMENTO PREVENTIVO.

Nessa resolução constam as “Atividades Potencialmente Geradoras de Áreas Contaminadas” que são passíveis de fiscalização.

Para consultar a lista completa acesse: http://www.ambiente.sp.gov.br/legislacao/resolucoes-sma/resolucao-sma-10-2017/

Dúvidas? Precisa de um Responsável Técnico Habilitado?
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PRIMEIRO PROJETO DE REMEDIAÇÃO TERMAL COM ERH NA AMÉRICA LATINA (CONFERÊNCIA AESAS/2019)

I CONFERÊNCIA AESAS DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS JUL/2019

PROJETO PILOTO NO BRASIL, PARA APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA EXPERIMENTAL ELECTRICAL RESISTANCE HEATING (ERH)

Editada para Blog1 Entre os dias 02, 03 e 04 de Julho de 2019 aconteceu a Conferência AESAS de Gerenciamento de Áreas Contaminadas, e a Weber Ambiental esteve lá com a apresentação do Primeiro Projeto, na América Latina, de Remediação Termal por meio da tecnologia ERH.

Esta Conferência, idealizada pela AESAS (Associação Brasileira das Empresas de Consultoria e Engenharia Ambiental), reuniu cerca de 800 profissionais brasileiros e estrangeiros atuantes em agências governamentais, organizações de pesquisa, laboratórios, empresas de consultoria e de remediação, incorporadoras e indústrias.

O evento, sediado no SENAC Santo Amaro, contou com área de exposição de Trabalhos em Pôster, quatro ambientes de Apresentação Oral, Mesa Redonda e Feira de Negócios, contemplando 18 sessões temáticas. Foram apresentados em 03 dias cerca de 250 trabalhos efetivados que propiciaram o debate e aumento de conhecimento do mercado atuante no Gerenciamento de áreas Contaminadas.

Entre os temas abordados destacamos aqui alguns dos cases da Weber Ambiental: Avaliação Preliminar e Modelo Conceitual (Parque Villa Lobos), Investigação de Alta Resolução (IPREM), Aspectos Legais, Sites Complexos, Remediação Termal (Unidade Fabril em São Bernardo do Campo/SP), Avaliação de Risco à Saúde Humana (SABESP Guamiranga, COHAB Vila Nova Cachoeirinha), Tecnologias Inovadoras (USP Leste) e Intrusão de Vapor (COHAB Heliópolis).

Sobre o Projeto Piloto: Em Maio/2012 foi estabelecido um contrato entre a Weber Ambiental, Petrobrás e TRS Doxor para desenvolvimento e aplicação de Tecnologia Experimental de Remediação denominada Electrical Resistance Heating (ERH), para Remediação de contaminação da água subterrânea por combustíveis no terreno ao lado do posto Morada dos Nobres, antigo Posto Brazuca, localizado às margens da Rodovia Federal BR-20, Km 2,2, Sobradinho/DF.

A Tecnologia ERH já era aplicada e reconhecida nos Estados Unidos, onde a Agência Ambiental Americana já havia atestado uma centena de sites contaminados como reabilitados a partir da remediação por esta técnica. No entanto, este de 2012, tratou-se do primeiro projetado e executado na América Latina.

A remediação pela tecnologia ERH ocorre por meio do aquecimento do subsolo, seguida da vaporização, captura e tratamento dos voláteis, o sistema utiliza eletrodos para condução de energia e o próprio solo como resistência, promovendo assim seu aquecimento.

O histórico ambiental indicou que o posto em questão operava no local desde ao ano de 1994, e havia informações que ocorreu um vazamento estimado em 5.000 L de gasolina comum, constatada por moradores da região, devido às evidências observadas na água utilizada pelos mesmos, extraída de poços de abastecimento instalados no entorno da área do posto.

O sistema foi programado para reduzir a fase dissolvida dos hidrocarbonetos (Benzeno, Tolueno, Etilbenzeno e Xilenos – BTEX), até atingir a potabilidade estabelecidas pala Portaria MS nº 2914 de 12 de dezembro de 2011. Para isso foram implantadas 02 Unidades de Potência e Controle de 400 kW e 68 eletrodos para condução da energia elétrica, injeção de água e extração de vapores, além de condensador, filtro de carvão ativado, termopares e poços de monitoramento.

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Em 133 dias de operação, numa área de 1300m2 e profundidade entre 2,5 à 7,8 metros,  foram tratados aproximadamente 5.968 m3 de água subterrânea com consumo energético de 1.741.859 kWh. Houve o decaimento das concentrações das Substâncias de Interesse atingindo valores de potabilidade. Sendo assim, a técnica de remediação Electrical Resistance Heating (ERH) se mostrou eficiente para utilização no Brasil.

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Em breve os materiais das apresentações estarão disponibilizados no site da Conferência, por aqui você pode ver o Projeto Piloto de ERH na área de cases da Weber Ambiental.

19 de Julho de 2019

Paula Ramos

Engenheira Ambiental

Sessões Temáticas da I Conferência AESAS de Gerenciamento de Áreas Contaminadas:

  • Avaliação Preliminar e Modelo Conceitual
  • Investigação de Alta Resolução
  • Oxidação Química In Situ – ISCO
  • Dragagem de Sedimentos Contaminados
  • Aspectos Legais
  • Redução Química In Situ – ISCR e Metais
  • Sites Complexos
  • Remediação Termal
  • Avaliação de Risco à Saúde Humana e Ecológico
  • Remediação de Derivados de Petróleo
  • Biorremediação e Atenuação Natural
  • Amostragem em Matrizes Ambientais
  • Mudança de Uso e Descomissionamento
  • Tecnologias Inovadoras
  • Intrusão de Vapor
  • Investigação e Remediação no Mercado Internacional
  • Contaminantes Emergentes
  • Big Data

DESAFIOS E RESPONSABILIDADES NO ATINGIMENTO DE METAS DE REMEDIAÇÃO

XV PAINEL DE DEBATES SOBRE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS

DESAFIOS E RESPONSABILIDADES NO ATINGIMENTO DE METAS DE REMEDIAÇÃO

Em Março/2019 a Weber Ambiental esteve presente no XV Painel de Debates Sobre Gerenciamento de Áreas Contaminadas, promovido pela AESAS no SENAC Santo Amaro.

Com a abertura pela Juliana Cunha – SENAC, Thiago Gomes – AESAS e Patrícia Iglesias – CETESB e a mediação de Rodrigo Cunha – CETESB/SENAC, o Painel apresentou e debateu os Desafios e as Responsabilidades no atingimento das metas de remediação.

Os debates, realizados por diversos profissionais da área, partiram da premissa que a Remediação de uma Área Contaminada visa o atendimento de padrões para Reuso da área para uma atividade especificada, assim como, apesar da solidariedade o nível de responsabilidade é distinto para quem contaminou e para quem comprou a área.

O primeiro momento de debates focou nos Desafios do atingimento de metas, mais propriamente no olhar técnico, enquanto que o segundo momento trouxe o olhar jurídico quanto às Responsabilidades na Remediação.

Assim, o primeiro debate, mostrou que o Desafio na remediação passa pelo estabelecimento de Objetivos, Metas e Métricas a partir de um modelo conceitual robusto do histórico da área e do seu uso pretendido. Os Objetivos precisam ser mensuráveis e ligados à estratégia do proprietário (exemplos: Esgotar a fonte de contaminação, Reduzir os passivos; Valorização do imóvel para venda), as Metas estão diretamente ligadas à técnica adotada para a remediação e as Métricas devem levar à avaliação continuada possibilitando ajustes de rotas para alcance das metas finais.

Todo este processo precisa ser avaliado antes, durante e depois da operação da técnica de remediação. As variáveis estudadas por si só não explicam o processo já que não há medições tão exatas quando falamos de um meio natural, heterogêneo e de constantes mudanças, dadas as reações no meio e degradação natural.

O segundo debate demonstrou temas controversos relativos ao Princípio da reparação de danos, Remediação com base na Análise de Risco e a Indenização por danos irreparáveis, assim como colocou que os recursos financeiros são finitos. O Setor da Construção Civil se percebeu como a grande máquina da remediação, já que tem muito interesse e pressa na recolocação de áreas disponíveis para requalificação e uso. E Setor Industrial, após os acidentes ocorridos em Minas Gerais, está passando por um momento de reflexão quanto à necessidade de tratar áreas contaminadas na gestão ambiental das empresas, trazendo principalmente o conceito da autonomia com responsabilidade.

Destacou-se que os Modelos Conceituais precisam estar cada vez mais personalizados ao cliente e à sua realidade para que ele seja capaz de assumir sua responsabilidade, já que há a necessidade de desenvolvimento de estratégias e não apenas atendimento a escopos. Assim a estratégia do processo deve envolver o empreendedor, consultoria e órgão licenciador com clareza na informação e sensibilização do decisor. O Modelo conceitual muitas vezes precisa partir de premissas que indicam as incertezas existentes no meio e no processo, é importante acompanhar a evolução tecnológica de mercados mais maduros.

DICA: Com o objetivo de oferecer suporte para que a decisão de empreender, em situação que envolva reabilitação de áreas contaminadas, seja realizada com as devidas informações, tendo maior segurança nas ações e menor risco à saúde e à vida, a AESAS, o IPT e o SECOVI juntos produziram em 2018 um excelente material: “A PRODUÇÃO IMOBILIÁRIA E A REABILITAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS – Contratação de serviços, responsabilidades legais e viabilidade de empreendimentos”. Assim como a Decisão de Diretoria CETESB nº 38/2017 foi emitida devido à baixa qualidade das investigações que estavam sendo feitas, para que então fossem estabelecidos melhores planos de intervenção com metas que sejam realistas e não exageradas.

Além das questões técnicas foram realizadas, durante o evento, homenagens aos Geólogos Ernesto Moeri e Cristina Salvador que atuaram intensamente na construção desta ciência do Gerenciamento de áreas contaminadas e ao Engenheiro Rodrigo Cunha, que atua desde 1979 na CETESB e é formador de diversos profissionais com sua simplicidade e incentivo ao mercado.

26 de Abril de 2019

Paula Ramos

Engenheira Ambiental

Case Weber de Remediação Termal II

Case Weber Uso Seguro de área com Metano